ALINHAMENTO
Condição em que todas as rodas do veículo estão ajustadas à geometria do veículo, de modo que todas as rodas funcionem de forma ideal em relação ao sentido de movimento.
EQUILÍBRIO/DESEQUILÍBRIO
Ao montar o pneu no aro, a distribuição do peso do conjunto pneu-aro não é perfeitamente uniforme.
Uma roda está desequilibrada quando uma de suas partes é mais pesada ou mais leve que o resto. O resultado é que a roda oscila ou salta, o que pode reduzir a vida útil da banda de rodagem e aumentar as vibrações que impactam o veículo.
O equilíbrio dos pneus compensa essas diferenças de peso e as distribui de maneira uniforme. Os profissionais de pneus adicionam peso onde necessário para equilibrar o peso do conjunto.
CALCANHAR
Parte interna do pneu que se ajusta ao aro, composta por fios de aço de alta tecnologia formando um cabo trançado e circular. Isso facilita o ajuste do pneu no aro, evitando que ele deslize.
ÁREA DE CONTATO
Área da banda de rodagem onde o pneu entra em contato com a superfície da estrada. Também é chamada de pegada.
DEFLEXÃO
Deformação sofrida pela banda de rodagem e a lateral do pneu quando o pneu entra em contato com a estrada.
SULCO, CANALETA
Espaço entre dois nervos adjacentes da banda de rodagem.
MONTAGEM
O ato de colocar um pneu numa roda e garantir que o conjunto esteja equilibrado. Quando novos pneus são comprados, eles devem ser montados por um profissional. Também é comum que o distribuidor de pneus cobre uma taxa. Sempre que um pneu novo é montado, é altamente recomendável também instalar uma nova válvula.
SOBREESTERÇO
O sobreesterço ocorre quando as rodas traseiras não seguem o mesmo percurso que as rodas dianteiras e deslizam para fora da curva. O excesso de sobreesterço pode fazer com que o veículo rode sobre si mesmo. Em outras palavras, o sobreesterço ocorre quando a parte traseira do veículo quer ultrapassar a parte dianteira.
DESVIAMENTO
Circunstância em que o veículo tende a desviar-se para um lado sem que o volante seja movido nessa direção. Esse desvio pode ser causado por um desgaste irregular dos pneus, alinhamento dianteiro ou traseiro errado, ou freios desgastados ou mal ajustados.
ARO
Roda metálica sobre a qual o pneu é montado.
DIÂMETRO DO ARO
Diâmetro dos assentos do calcanhar do aro que sustentam o pneu.
RESISTÊNCIA AO ROLAMENTO
Força necessária para iniciar e manter um pneu em movimento a uma velocidade constante. Quanto menor a resistência ao rolamento, menor será a energia necessária para manter o pneu em movimento e, consequentemente, menor o consumo de combustível.
ROTAÇÃO DOS PNEUS
A troca de um pneu de uma roda dianteira para uma traseira ou de um lado para o outro do veículo, conforme um padrão estabelecido, para que o desgaste da banda de rodagem seja uniforme. Rodar os pneus periodicamente (a cada 10.000 - 12.000 quilômetros) é uma maneira simples de prolongar sua vida útil.
TECNOLOGIA AUTOSSUSTENTADA (OU ANTIPANCADA OU «RUNFLAT»)
Tecnologia empregada em pneus projetados para resistir aos efeitos do esvaziamento quando ocorre um furo, permitindo que o veículo seja conduzido a uma velocidade reduzida por uma distância limitada. Geralmente, até 80 km a uma velocidade de 80 km/h.
OMBRO
Área de um pneu onde a banda de rodagem se conecta à lateral.
CANAL ETAS
Também chamados de sulcos ou canais, presentes no desenho do pneu em diferentes posições, como longitudinais e transversais, para romper a tensão da água na superfície da estrada, auxiliando na evacuação da água e colocando o borracha em contato com o solo, aumentando assim a aderência e, consequentemente, a tração em superfícies molhadas e com neve.
SUSPENSÃO
Conjunto de diversos molas, amortecedores e acoplamentos utilizados para manter o chassi, a carroceria, o motor e o trem de força do veículo suspensos acima das rodas.
DESENHO SIMÉTRICO DA BANDA DE RODAGEM
Padrão de desenho uniforme em ambos os lados da banda de rodagem para melhorar o desempenho em condições específicas e em determinadas estradas.
PLACA DO PNEU
Etiqueta de metal ou papel permanentemente aderida a um veículo que indica as dimensões e as pressões de inflagem adequadas para seus pneus. Normalmente localizada no interior da porta do motorista, na tampa do porta-luvas ou na tampa do tanque de combustível.
TRAÇÃO
Capacidade de um pneu de aderir ao chão sem "escorregar". Isso é especialmente importante em superfícies escorregadias, como ao dirigir sobre neve.
BANDA DE RODAGEM
Parte do pneu que entra em contato com a estrada. Reconhecida pelo desenho de seus nervos e sulcos. Fornece tração em uma ampla variedade de circunstâncias, suporta forças elevadas e resiste ao desgaste, abrasão e calor.
PROFUNDIDADE DA BANDA DE RODAGEM
Altura do desenho ou escultura do pneu. O limite legal para a profundidade da banda de rodagem é 1,6 mm.
VIDA ÚTIL DA BANDA DE RODAGEM
Vida útil de um pneu antes de ser retirado de circulação; quilometragem.
SOBREESTERÇO
Ocorre quando a parte dianteira do veículo tende a sair para fora da curva. Acontece quando o veículo perde aderência no eixo dianteiro, causando uma sensação de "abertura" nas curvas. É o efeito oposto ao sobreesterço.
VÁLVULA
Dispositivo que permite a entrada ou saída de ar de um pneu. Está equipada com uma tampa para evitar que sujeira ou umidade entrem e com um núcleo para evitar que o ar escape.